No próximo dia 17 de maio, a Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, promove uma Roda Cultural para debater a representação do negro na sociedade e a participação social da população LGBT.

Organizado pelas Comissões de Promoção Cultural; Diversidade Sexual; Escravidão Negra em Sergipe; Defesa dos Direitos da Mulher; e Conselho Estadual da Jovem Advocacia, com apoio da Caixa de Assistência dos Advogados (CAASE) e da Escola Superior de Advocacia (ESA), o evento visa à valorização da cultura negra e o combate à homofobia.

Para presidente da Comissão de Promoção Cultural, Eugênia Freire, a Roda Cultural reafirma o papel social da seccional. “A OAB é uma entidade comprometida com a construção de uma sociedade melhor. Ao realizar este evento, a instituição reforça seu trabalho contínuo de conscientização sobre as lutas por igualdade e liberdade”, destacou Eugênia, pontuando que essas ações vem sendo priorizadas na gestão do presidente Henri Clay .

A Roda Cultural acontecerá às 15h, no auditório da ESA, localizado na Travessa Martinho Garcez, 71. O evento contará com as palestras “Vidas LGBT’S: da tolerância ao respeito”, ministrada por Linda Brasil; e “13 de Maio: a falsa abolição”, que será proferida por Thaty Meneses, ativista UNEGRO Sergipe.

Fonte: OAB/SE

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Ontem, 03, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, Henri Clay Andrade, participou de debate sobre a nova Lei de Licitações (PL 6814/17), que visa substituir a Lei 8.666/93 e está em discussão no Congresso Nacional.

Promovido pela Associação Sergipana das Empresas de Obras Públicas e Privadas (Aseopp), o evento aconteceu no Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE) e reuniu advogados, empresários, engenheiros, integrantes de comissões de licitação e membros da sociedade civil.

Para Henri Clay, é preciso rever e atualizar a Lei de Licitações. “A licitação é um instrumento fundamental para assegurar a eficiência administrativa, o desenvolvimento do país e a moralidade pública. Diante desta importância, se faz necessário rever a atual lei de licitações para compatibilizá-la com os novos tempos”, defendeu o presidente, continuando.

“É indispensável aprofundar a discussão sobre a reforma para garantir que a nova lei possa, de forma mais efetiva, zelar pela qualidade do serviço público”, concluiu Henri Clay, sinalizando que a atualização da lei poderá contribuir ainda para impulsionar o emprego e o crescimento econômico do país, evitando o superfaturamento e a corrupção na administração pública.

O presidente do TCE/SE, Ulisses Andrade, frisou a necessidade de reexaminar a lei de licitações para que os gestores possam desempenhar suas funções com maior tranquilidade. “A lei parece feita para punir o administrador, mas é preciso também dar condições para que o gestor possa exercer sua função, que é administrar o dinheiro público, sendo fiscalizado e devidamente cobrado, mas com a segurança de poder realizar uma administração tranquila e eficaz”, declarou.

Preço Justo e Obra Concluída

Presidente da Aseopp, o empresário Luciano Barreto apresentou 13 sugestões da Associação para revisão da Lei de Licitações, entre o preço justo e a exigência da obrigatoriedade de comprovação técnica e financeira, para evitar que obras sejam iniciadas e, tão logo, paralisadas, porque as empresas não possuem condições de executá-las.

“A Associação vem lutando para que as obras sejam realizadas com preço justo e qualidade. Para que elas sejam concluídas e entregues à sociedade em tempo hábil, dentro do prazo estipulado no contrato. Porque no Brasil, assim como em outros países, as obras precisam ter início, meio e fim”, finalizou Luciano.

Presente ao evento, o deputado federal João Arruda, relator da Comissão Especial que analisa o projeto da nova lei na Câmara, destacou que a proposta que deverá ser apresentada à Comissão no próximo dia 15 e, em seguida, será debatida no plenário da Casa Legislativa.

“Existem muitos pontos favoráveis na atualização da lei, a exemplo de garantir mais transparência e agilidade no processo de contratação. Nosso objetivo é oferecer um maior segurança para todas as partes, promovendo a eficiência na execução de contratos, e, sobretudo, atuando no combate à corrupção e ao desperdício do dinheiro público”, considerou Arruda.

Fonte: OAB/SE

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Na próxima quinta-feira, 26 de abril, sob a regência do Maestro Guilherme Mannis, a Orquestra Sinfônica de Sergipe realizará o Festival de Música Russa: um concerto inteiramente dedicado à interpretação de grandes obras do Romantismo da Rússia. Abordando três compositores, o grupo revisitará a peça “Uma Noite no Monte Calvo”, de Modest Mussorsgky (1839-1881) e executará, pela primeira vez em Sergipe, duas outras importantes obras: “Nos Estepes da Ásia Central”, de Alexander Borodin (1833-1887) e a Sinfonia nº1, em Sol menor, de Vassily Kallinikov (1866-1901). Os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto. A ORSSE é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura, com apoio da Segrase.

O maestro Guilherme Mannis define a música russa e a sua relação com a orquestra sergipana como “tão distante e tão próxima”, e completa que o grupo já executou integralmente as Sinfonias de Tchaikovsky e muitas obras de Rachmaninoff, Borodin, Mussorgsky, Prokofiev, Shostakovich, entre outros. “O lirismo dos temas desenvolvidos, aliados ao romantismo arrebatador cai muito bem a nossos músicos, fazendo com que este repertório configure-se sempre em sucesso de interpretação e de público.”

A peça “Uma Noite no Monte Calvo”, trata de um poema sinfônico composto para uma cerimônia de bruxas realizada na noite de São João. Os ricos contrastes dinâmicos e de orquestração tentam explorar as mais variadas expressões do espírito do compositor, que foi o membro mais criativo do mais importante grupo de compositores românticos nacionalistas do fim do século XIX: o “Grupo dos Cinco”. De outro importante membro deste grupo, Alexander Borodin, a ORSSE interpretará a obra “Nos Estepes da Ásia Central”. Esta peça representa o silêncio das grandes Estepes daquele continente, permeado por belíssimas canções folclóricas de camponeses.

Completa o programa a Sinfonia nº1, de Vasily Kallinikov. Muito conhecida na Europa, a peça é pouco executada no Brasil. Evidencia um compositor maduro, apresentando melodias arrebatadoras e utiliza a orquestra na mais absoluta plenitude, em um festival de emoções. O compositor morreu muito jovem, aos 35 anos.

Sobre o maestro

Guilherme Mannis é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2006, onde tem dividido o palco com artistas como Maria João Pires, Michel Legrand, Nelson Freire, Jean Louis Steuerman, André Mehmari, Emmanuele Baldini, Rosana Lamosa, Wagner Tiso, Amaral Vieira, Eduardo Monteiro, entre outros. Como regente convidado tem dirigido importantes grupos no Brasil e exterior, tais como a Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Amazonas Filarmônica, Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Porto Alegre, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Bari, Sinfonia Toronto, World Youth Orchestra, Sinfônica de Rosário (Argentina), Sinfônica do Espírito Santo, Sinfônica da USP Teatro Nacional de Brasília, Experimental de Repertório, Sinfônica da Bahia, Sinfônica Heliópolis, Sinfônica do Teatro São Pedro, Sinfônica de Monterrey, Sinfônica de Guanajuato, entre outras. Doutorando em música, foi aluno destacado dos maestros Isaac Karabtchevsky e John Neschling. É professor do Departamento de Música da Universidade Federal de Sergipe.

SERVIÇO

Orquestra Sinfônica de Sergipe
Série Cajueiros II – Teatro Tobias Barreto – Festival de Música Russa
Quinta-feira, 26 de abril, 20h30
Regência: Maestro Guilherme Mannis

Repertório:

Alexander BORODIN
Nos estepes da Ásia central
Modest MUSSORGSKY
Uma noite no Monte Calvo
Vasily KALLINIKOV
Sinfonia nº1, em Sol menor

Ingressos: R$10 (meia-entrada) e R$20.
Realização: Secretaria de Estado da Cultura / Governo de Sergipe

fonte: Secult

foto: Pritty Reis

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De 25 a 27 de abril de 2018, a Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe – Edise irá participar da Festa Literária de Glória – Flig, no Boteco do Sertão, no município de Nossa Senhora da Glória. O evento contará com exposições, contação de histórias, rodas de leitura, palestras, oficinas, venda de livros, apresentações artísticas de dança, música, teatro, entre outros. A Flig faz parte do calendário da Academia Gloriense de Letras e durante os três dias tem entrada gratuita. A abertura oficial acontece na quarta-feira, dia 25, a partir das 18h.

Durante a Festa Literária, a Edise irá expor 60 títulos, desses, 60% serão vendidos no valor de R$ 10,00. Para o presidente da Segrase, Ricardo Roriz, é fundamental a participação da Edise na Festa para valorização do escritor local por meio das obras que serão expostas. “A Editora possui uma série de livros que tratam da nossa cultura e essa cultura precisa ser disseminada para um maior número de pessoas”, pontuou.

Sobre as vendas com preços mais acessíveis, ele diz que é a forma de incentivar e promover o interesse pela leitura. “O governo do Estado se preocupa em estimular a leitura, para isso o meio encontrado foi vender em eventos literários as obras com preços mais populares”.

Para o presidente da Academia Gloriense de Letras e idealizador da Flig, Lucas Lamonier, a participação da Edise contribui para o engrandecimento da Festa, devido a sua grande produção literária. “A Segrase e a Edise não poderiam ficar de fora do projeto, uma vez que conta com uma grande produção literária valorizando os escritores e preservando a memória lítero-cultural do estado”, afirmou.

Já o diretor Industrial da Segrase, Mílton Alves, destaca que um dos papeis da Edise é contribuir para a formação pessoal, cultural e literária da população. “Quando participamos de eventos, instalamos uma atmosfera permanente de envolvimento com a literatura, motivando crianças e jovens a se dedicarem a ler, desde a produção literária local e regional até os grandes clássicos da literatura universal”.

Márcia Barbosa Silva autora do livro ‘Representações de Homossexuais nos Livros Didáticos de História’, publicado pela Edise vislumbra que a Festa Literária possibilitará aos visitantes, inclusive estudantes conhecer um universo de cultura, arte e educação, fora dos muros escolares. “Este evento possibilita uma troca cultural e de conhecimento entre palestrantes, escritores, atores e visitantes, levando assim o público a uma atmosfera de aprendizagem significativa de forma leve e prazerosa”.

Sobre a participação da Edise no evento ela diz que possibilita ao público o acesso aos livros de autores sergipanos e a conscientização de que é possível sonhar e tornar-se um escritor no Estado de Sergipe, “visto, que a editora estimula a publicação e produção de livros no Estado e apoia eventos como a Flig”.

Fonte: ASN

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Última atualização: 25/04/2018 10:15.