grande-biblioteca_epifanio_doria_2012No dia 16 de junho a Biblioteca Pública Epifânio Dória (BPED) comemora 169 anos de fundação, por isso, em alusão a data, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) realizará nos dias 12 e 14 de junho atividades especiais para celebrar a data.

No dia 12, a direção da Biblioteca preparou um bate-papo sobre o Cangaço no Cordel com a presença dos cordelistas João Emanuel e Zezé de Boquim, além da apresentação do Projeto Didático-Pedagógico “Saga de Lampião”. Constam ainda na programação do dia 12 Declamação de Versos de Cordel com a professora Maria Gilda dos Santos e com a APAE.

O evento que tem como tema “169 ANOS: Literatura, Memória e Cultura”, contará com a presença do secretário de Estado da Cultura, João Augusto Gama, que participará ainda de uma mesa de abertura com a diretora da unidade, Juciene de Jesus. “Será um evento importante para lembrar a sociedade da importância desse espaço tão importante para o nosso Estado, como é a Biblioteca Pública”, destaca o secretário.

Dia 14/06

08h30 – Roda de Leitura:

Memórias de Aracaju – Com Foco na Biblioteca Pública Epifânio Dória

Murilo Mellins – Memorialista, Escritor, Membro da ASL

Coordenação – Maria Roseneide Santana – Diretora de Educação Profissional e Tecnológica – DEPS/PROEN/IFS

09h30 – Apresentação: “El Tango de Roxanne” – Coreografia de Aleeh Alves

Programa Mais Educação – CE Joaquim Vieira Sobral

Fonte: Secult

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grande-176089Há 28 anos, uma inquietação dos filhos de Pedro Paes Mendonça deu início a um dos mais relevantes projetos sociais existentes hoje no País. Era desejo do patriarca da família Paes Mendonça poder ajudar os seus conterrâneos do povoado da Serra do Machado, no município de Ribeirópolis, interior de Sergipe. Infelizmente, o comerciante não conseguiu fazer isso em vida, mas seu desejo inspirou os descendentes que deram corpo à sua vontade. O resgate histórico sobre a criação da Fundação Pedro Paes Mendonça virou livro e foi batizado de A Serra e o Sonho, uma breve história da Fundação Pedro Paes Mendonça. Foi escrito pelo jornalista Ivanildo Sampaio e será lançado nesta terça, 30, às 17 horas, na quadra poliesportiva da escola CEBAPM para os moradores da Serra do Machado e autoridades.

A Fundação teve como primeiras iniciativas o acolhimento aos idosos. Hoje, o Lar Dona Conceição, nome dado ao local, abriga cerca de 50 idosos, e está inserido em uma série de ações contadas no livro. As iniciativas vão desde educação integral para crianças e jovens dos povoados da região, passando por moradia, clínica médica, geração de renda, programas culturais, além de apoio à infraestrutura do povoado.

Toda essa história é permeada com imagens antigas. É possível ver fotografias dos primeiros projetos, da inauguração do Lar, das Irmãs Hospitaleiras – grandes responsáveis pela implantação do atendimento no Lar Dona Conceição -, das primeiras inaugurações de rodovias, dos grandes amigos que atuaram em favor do projeto, como o ex-governador de Sergipe, Albano Franco.

Meu pai tinha o desejo de ver as pessoas do local onde ele nasceu receberem assistência. Ele não se conformava com essas pessoas desassistidas. Começamos com aqueles que consideramos mais vulneráveis à falta de assistência que são os idosos. E com o passar dos anos o trabalho da Fundação foi crescendo. Hoje, temos também uma preocupação grande com os jovens. Queremos que eles tenham novas perspectivas”, comenta o presidente da Fundação, João Carlos Paes Mendonça.

Além das imagens com resgate histórico, a publicação conta com um espaço central todo dedicado a fotografias das ações como são realizadas hoje. As fotos atuais são dos fotógrafos Heudes Régis e Hélia Scheppa. O livro tem uma edição especial, com uma caixa que remete ao material usado em mercearias como a do comerciante e patriarca Pedro Paes Mendonça. A segunda parte, que é o livro, já em cor, é o reflexo da realização do sonho. O projeto gráfico foi feito pelo designer Ricardo Gouveia de Melo.

A Fundação Pedro Paes Mendonça beneficia cerca de 2,5 mil pessoas. Foi ganhando corpo ao longo dos anos a partir da necessidade dos moradores que, como muitas cidades pequenas do País, eram carentes de escola, atendimento médico e até mesmo de apoio para o desenvolvimento da agricultura familiar. A Serra do Machado é um povoado de cerca de 500 casas, inserido no município de Ribeirópolis, interior de Sergipe. Tem sua economia baseada na agricultura familiar, no pequeno comércio e conta com uma unidade fabril da Estrela. A fábrica de brinquedos utiliza um galpão da Fundação. O objetivo com esse aporte foi beneficiar os moradores com a geração de emprego.

Autor

Ivanildo Sampaio, jornalista profissional, é pernambucano, de São José do Egito. Bacharelou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade Católica de Pernambuco, turma de 1966. Começou sua carreira jornalística ainda no primeiro ano da Universidade, como estagiário na Sucursal Nordeste da Editora Bloch, que editava as revistas Manchete, Fatos & Fotos, Ele & Ela, Pais e Filhos, Desfile e muitas outras. Recém-formado, foi contratado pelo Jornal do Commercio, onde foi Editor Regional, colunista e Editor da Primeira Página. A convite da Bloch, voltou para a Sucursal Nordeste da Editora e logo depois foi transferido para a matriz, no Rio de Janeiro. Durante quatro anos foi repórter itinerante da Revista Manchete, cobrindo especialmente as regiões Norte e Centro Oeste do País. No Rio, foi ainda redator e produtor de programas da TV Educativa e da Radio MEC, repórter free-lancer da Agência Efe e do Diário de Barcelona (Espanha), redator de agência de propaganda. Em 1975 regressou a Pernambuco, onde foi Editor de Economia e da primeira página do Diário de Pernambuco; trabalhou seis anos na TV Globo Nordeste, como chefe de Redação e Editor de Telejornais; prestou assessoria e consultoria a instituições públicas e privadas, entre elas o Sistema S e a Secretaria da Fazenda do Estado. Em 1987 assumiu a redação do Jornal do Commercio de Pernambuco, onde permaneceu por 29 anos. Hoje, é coordenador do Comitê de Conteúdo do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação.

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Orquestra-Sinfônica-de-Sergipe-no-Teatro-AtheneuA Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) realiza mais um concerto de sua Série Cajueiros, no Teatro Tobias Barreto, na próxima quinta-feira, 1º de junho às 20h30. Desta vez, o grupo receberá o maestro convidado Helder Trefzger, diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, e fará uma homenagem aos 500 anos da Reforma Protestante, com a apresentação da Sinfonia nº5, “Reforma”, de Felix Mendelssohn (1809-1847).

O programa conta ainda com a estreia mundial do “Conto para Cordas nº2” do compositor paulista Alexandre Guerra, e a Suíte nº2, L’Arlesienne, de Georges Bizet (1838-1875). Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto. A Orsse é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de Sergipe.

Helder-Trefzger-regendoA sinfonia “Reforma” traz uma ligação entre o antigo barroco e o classicismo, tendo sido composta para comemorar os 300 anos da Reforma Religiosa, em 1830. É uma grande realização de Mendelssohn, que tratou de olhar para o passado da música alemã e nele viu a imensa e protetora sombra de Bach. Já a peça “Conto nº2 para Cordas”, do compositor Alexandre Guerra, tem como objetivo a realização de uma abordagem musical do romance “A Cidade e as Serras”, do escritor Eça de Queiroz.

As influências culturais que a Reforma trouxe para nós são inúmeras e decisivas. Na música, teve em Bach o seu primeiro grande expoente, um divisor de águas. Poder visitar toda esta riqueza traz a nós grande alegria. Além disso, realizarmos uma estreia mundial de uma peça brasileira, de um compositor de relevância internacional como Alexandre Guerra, e podermos receber a visita do maestro Helder Trefzger, é algo que muito nos engrandece”, comentou o mastro Guilherme Mannis.

Sobre o maestro convidado

Maestro Helder Trefzger

Helder Trefzger é o atual diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo e estudou em algumas das principais universidades brasileiras, como a UFRJ, a UFMG e a UnB. Teve aulas complementares com professores de renomadas instituições de ensino musical, como o Conservatório de Moscou, a Manhattan Schoolof Music, e a ArtsAcademy – IstituzioneSinfonicadi Roma. É Mestre em Música (Regência – Práticas Interpretativas) e Bacharel em Música – Regência. Teve como principais professores o maestro e compositor Cláudio Santoro, além dos maestros David Machado, de quem foi assistente e Roberto Duarte. Já dirigiu, como maestro convidado, algumas das principais orquestras brasileiras, além de orquestras de países como Itália, Portugal, Polônia, Montenegro, México, Chile, Bolívia, Paraguai e Bulgária.

Sobre o compositor

Alexandre Guerra foi aluno de David Spear, assistente do compositor Elmer Bernstein.Foi como arranjador que a carreira do compositor começou no Brasil. Aos 24 anos, ainda estudando nos EUA, ele assinou os arranjos do CD “Girassol” de Ed Lima, vencendo 180 candidatos do prêmio Sharp de Músicana categoria música instrumental como melhor arranjador. Quando voltou, em 1995, o cinema nacional vivia seu renascimento, até então sua única experiência com cinema havia sido como instrumentista na trilha do filme “Pentathlon” de Dolph Lundgren, finalmente em 1998 estreou sua primeira trilha original no filme “Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia”, documentário de Roberto Elisabetsky. Alexandre se dedica à criação e produção de trilhas sonoras, tendo atuado ao lado de diretores como Jayme Monjardim, CaoHamburguer, Sérgio Machado, Maurício Dias, Frédéric Lepage, Mara Mourão, Paschoal Samora, Lawrence Wahba e Daniel Augusto, em mais de 90 produções audiovisuais, entre filmes, novelas e séries de TV. Dentre eles, podemos destacar os longas-metragens “O Tempo e o Vento” (indicado na categoria melhor trilha sonora pela Academia Brasileira de Cinema) , “Tudo o que aprendemos juntos”, “O Vendedor de Sonhos” e “Brasil Animado”, o primeiro longa 3D brasileiro, além de premiados documentários como “Quem se importa ?” (Melhor longa – Festival de Miami) e “Mistério do Poço Azul” (prêmio de ouro na Conferência Internacional de Produtores de Ciência e História). As séries de TV: Maysa, da Rede Globo, Dino-Aventuras (primeira série produzida para a Disney no Brasil) ou ainda, séries para canais internacionais como “Sauvés de l’extinction”, cuja trilha foi gravada pela Orquestra Sinfônica de Budapeste, além de “Chasing Che”, “Secret Brazil”, “Acrossthe Amazon”, veiculadas em mais de 80 países.

Serviço

Orquestra Sinfônica de Sergipe

Série Cajueiros IV–Concerto em homenagem aos 500 anos da Reforma Protestante

Data: 1º de junho de 2017, quinta-feira

Horário: 20h30

Local: Teatro Tobias Barreto

Ingressos: R$20 (estudantes, melhor idade e professores) e R$40.

Censura livre

HELDER TREFZGER, regente convidado

Repertório:

Alexandre GUERRA

Conto para Cordas nº2, “A Cidade e as Serras”

Georges BIZET

Suíte L’Arlésienne, Suíte nº 2

Felix MENDELSSOHN-BARTHOLDY

Sinfonia nº5, op. 107, em Ré maior, “Reforma”

Realização: Secretaria de Estado da Cultura

Bilheteria do Teatro Tobias Barreto: 3179-1496

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museuBerço cultural de Sergipe, o município de Laranjeiras está participando da 15ª Semana Nacional dos Museus, através dos Museus de Arte Sacra e Afro-Brasileiro de Sergipe. As atividades, que iniciaram no dia 13 e seguem até o dia 21 com exposições e visitações aos espaços, seguem o tema desta edição “Dizer o indizível em museus”.

O Museu de Arte Sacra de Sergipe lançou a exposição “Dança de Roda”, que é composta por 28 imagens de diversos fotógrafos. As fotos retratam a principal manifestação cultural da comunidade quilombola situada no Povoado Sítio Alto, em Simão Dias.

Segundo a diretora do museu, Maria Adelaide, as visitações aumentaram na semana dos museus. “No dia 13, tivemos uma apresentação do grupo de dança de roda de Simão Dias junto à exposição criada por eles, e ao longo da semana estamos recebendo diversas escolas que vem pesquisar sobre a arte sacra do nosso Estado”, afirmou.

No Museu Afro-Brasileiro de Sergipe, a exposição “O Corredor Silencioso das Pérolas Negras” retrata diversas imagens de personalidades negras do município de Laranjeiras como João Sapateiro, Mestre Deca, Severo Darcelino, entre outros.

A Semana

A 15ª Semana Nacional dos Museus é uma realização do Ministério da Cultura por meio do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e em Sergipe tem o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e prefeituras municipais. As atividades programadas pelos museus incluem exposições, visitas guiadas, apresentações culturais, palestras e mostra de filmes.

A programação segue no dia 18 de maio, no Museu Histórico de Sergipe, em São Cristóvão, com uma Roda de Cordel com Alda Cruz e convidados. No dia 19, haverá a abertura da exposição (Re)Olhar e com uma apresentação do espetáculo teatral “Anjo Negro”, Cia Eitcha de Teatro.

Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult)

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Última atualização: 19/05/2017 14:07.