setembro verde
Em 27 de setembro, celebra-se o Dia Nacional da Doação de Órgãos. E o Brasil tem
motivos para comemorar: a rede pública de transplantes do país é uma das mais organizadas e eficientes do mundo, e o número de doadores cresceu desde que a legislação sobre o tema entrou em vigor, há cerca de 20 anos. Mas ainda é necessário crescer e contar com a ajuda de muitos outros brasileiros.
Você deseja doar? Entenda mais: 

O que é a doação de órgãos?

É o ato de permitir que uma ou mais partes do corpo (órgãos ou tecidos) sejam retiradas de um paciente após a morte dele para que possam ajudar outras pessoas. No caso dos órgãos, o transplante precisa ser feito horas após o falecimento para que o funcionamento no receptor não seja inviabilizado. Em alguns casos, a doação também pode ser feita em vida.

Como ser doador?

O ideal é manifestar a vontade de doar e informá-la à família. Não adianta deixar o desejo expresso por escrito nem um registro — mesmo gravado em vídeo ou declarado em uma rede social, por exemplo. A decisão final é dos familiares: são eles que definirão se e quais órgãos e tecidos serão doados.

Quando a doação é possível?

Não é qualquer tipo de morte que viabiliza a doação. Para que os órgãos possam ser transplantados, é preciso que sejam retirados enquanto o coração ainda bate artificialmente — o que só é possível em casos de morte encefálica, quando todas as funções do cérebro param de maneira completa e irreversível. Essa é a definição legal de morte. Quando cessam todas as funções neurológicas, o organismo é mantido “funcionando” com a ajuda de aparelhos. Como ainda há uma pulsação e o corpo está quente, há dificuldade de os familiares entenderem que aquela pessoa efetivamente está morta, que se trata de uma situação irreversível. E a negativa familiar diante de situações como essa é a principal causa que impede a doação de órgãos. É por isso que, apesar do grande número geral de mortes, a quantidade de possíveis doadores é baixa.

Quem pode e quem não pode doar?

Há critérios de seleção destinados a impedir que órgãos pouco saudáveis sejam utilizados em transplantes. A idade não costuma ser um deles: crianças e idosos podem ser doadores, assim como qualquer pessoa que tenha tido a morte encefálica confirmada. Mas a causa da morte e o tipo sanguíneo do doador, entre outros fatores, ajudam a definir quais partes de um corpo poderão ajudar outras pessoas. No Brasil, só há restrição absoluta à doação de órgãos por parte de pessoas com aids, com doenças infecciosas ativas e com câncer. No entanto, indivíduos com alguma doença transmissível podem doar para pacientes que tenham o mesmo vírus, como no caso das hepatites.

Fonte: www.dc.clicrbs.com.br

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Orquestra Sinfônica recebe o Circuito Musica Brasilis

Uma mistura cênica-musical promete marcar o próximo concerto da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), que acontecerá na quarta-feira 27 de setembro, às 20h30, no Teatro Tobias Barreto. O espetáculo faz parte do VIII Circuito Musica Brasilis, série em que a música clássica é contextualizada por roteiros teatrais, idealizado e dirigido pela cravista e pesquisadora, Rosana Lanzelotte. A apresentação em Aracaju encerra temporada de 20 apresentações pelo Brasil, trazendo como temática os 250 anos do Pe. José Maurício Nunes Garcia.

Considerado o maior compositor brasileiro do início do século XIX, José Maurício ultrapassou as barreiras raciais e impressionou a todos os europeus com quem conviveu. No programa consta, a primeira obra escrita pelo compositor aos 16 anos – Tota Pulchra es Maria -, o Laudamus Te (Missa Nª Srª da Conceição) e a Abertura em Ré.

Também serão estreadas “Ulissea e Triunfo da América”, as únicas obras não sacras sobreviventes do compositor, recuperadas em Portugal pelo musicólogo Sérgio Dias. A primeira, cujo título é alusivo à cidade de Lisboa, que teria sido fundada por Ulisses, é uma homenagem a D. João. Já o Triunfo da América é comemorativo da vitória frente às tropas napoleônicas em 1809.

As peças serão interpretadas pela Orquestra Sinfônica de Sergipe, com regência do maestro Guilherme Mannis, tendo as sopranos Marília Vargas e Nalini Menezes como solistas. As peças musicais são intercaladas por textos de autoria da curadora do Circuito, Rosana Lanzelotte, narrados pelo ator Andresson Dias, que revive o compositor.

Sessão educativa


A atual edição do Circuito Musica Brasilis tem acentuado foco em ações educacionais. No mesmo dia 27, às 9 horas, estudantes da rede pública de ensino e de projetos sociais voltados à música assistirão ao espetáculo didático, em que poderão interagir com os artistas a respeito do repertório e instrumentos. Ainda dentro da programação o Circuito será realizado, no dia 25 de setembro, às 19h, um encontro de Rosana Lanzelotte com estudantes e docentes da Universidade Federal De Sergipe.

Sobre o Musica Brasilis


Fundado em 2009 pela musicista e Drª em Informática, Rosana Lanzelotte, o Musica Brasilis, instituto sem fins lucrativos, tem como objetivo o resgate e difusão de repertórios brasileiros de todos os tempos e gêneros, em grande parte inacessíveis por falta de edições. Com mais de 15.000 acessos mensais e cerca de 1500 obras de 500 compositores, o portal Musica Brasilis (www.musicabrasilis.org.br) vem se firmando como uma das principais fontes de acesso às partituras de música brasileira. Entre as ações mais importantes estão quatro edições de exposições interativas e sete edições do Circuito Musica Brasilis.


SERVIÇO:
Orsse no VIII Circuito Musica Brasilis

Data: 27 de setembro, quarta-feira

Horário: 20h30

Local: Teatro Tobias Barreto – Av. Tancredo Neves, 2209 – Aracaju (SE)

Ingressos: na bilheteria do Teatro, R$20 (inteira) | R$10 (meia)

Contato: (79) 3179-1490


PROGRAMA:
José Maurício Nunes Garcia – 250 anos

Obras de José Maurício Nunes Garcia:

Laudamus Te (Missa Nª Srª da Conceição)

Abertura em Ré

Ulissea

Triunfo da América

ORSSE – Orquestra Sinfônica de Sergipe

Solistas: Marília Vargas e Nalini Menezes (sopranos)

Regência: Guilherme Mannis

Preparador do Coro Sinfônico da ORSSE: Daniel Freire

Narração: Andresson Dias como José Maurício Nunes Garcia

Fonte e foto: Secult

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Secult vai participar da 11 ª Primavera dos MuseusO Sistema Estadual de Museus de Sergipe promove nesta quarta-feira, dia 13 de setembro de 2017, as 9horas, a abertura da 11 ª Primavera dos Museus. O evento, que este ano traz como tema “Museus e suas Memórias”, será lançado em frente ao Museu Palácio Olímpio Campos, com diversas atividades. Quatro unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), participam da programação.

A Primavera dos Museus é uma iniciativa criada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), órgão que possui poder absoluto, e acontece todos os anos no mês de Setembro. O IBRAM convida os museus de todo o país a desenvolverem suas programações individuais, voltada para a temática escolhida, que nesta edição está associada à preservação da memória.

No dia 14, o Museu Afro Brasileiro de Sergipe participa da programação com o lançamento da exposição “A Lenda dos Ybeji e o Caruru” que abordará sobre a Festa de origem africana, que acontece todos os anos no dia 27 do mês de setembro. A festa, que homenageia os orixás crianças, vem de uma história de devoção muito antiga, associada aos gêmeos São Cosme e São Damião, santos da Igreja Católica pelo sincretismo.

Também na programação, o Museu de Arte Sacra de Laranjeiras receberá a exposição “Mês Doloroso: Do Cantar ao Vestir”. A mostra abordará sobre a devoção dos laranjeirenses à Senhora das Dores no mês de setembro. Na Casa de Cultura Joao Ribeiro, também em Laranjeiras, acontece a mostra “Memorias de João Ribeiro”, que abre no dia 20 às 9horas.

Já o Museu Histórico de Sergipe, em São Cristóvão, realiza uma atividade no dia 19 de setembro, com uma Roda de Leitura sobre o “Crime da Mata”, dentro do projeto “Dentro da Memória”, que acontece a partir das 14 horas. Outros museus sergipanos também estarão desenvolvendo atividades dentro da Primavera dos Museus.

Programação

Museu de Arte Sagra de Laranjeiras

Mês Doloroso: do Cantar ao Vestir”

Abertura dia 14 /09 às 11H.

Museu Afro Brasileiro de Sergipe:

A Lenda dos Ybeji E o Carurú”-

Abertura dia 14 /09 às 9H.

Casa de Cultura Joao Ribeiro

Memorias de João Ribeiro”

Abertura dia 20 às 9H.

Museu Histórico de Sergipe

Dentro da Memória”

Abertura dia 19/09 às 14h

Fonte e foto: Secult

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ORSSE apresentará espetáculoNa próxima quinta-feira, 14, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), sob a regência de seu maestro adjunto Daniel Nery, apresentará o concerto “Alvorecer do Novo Mundo”. A alvorada será o primeiro grande tema desta apresentação, com a performance de duas obras: Alborada del Gracioso, de Maurice Ravel, e a estreia mundial da peça Amanhecer, do compositor sergipano Fabiano Santana. O segundo tema importante do concerto será o Novo Mundo, abordado pela Sinfonia nº9, do compositor tcheco Antonin Dvorak, uma das mais famosas peças do repertório da música clássica. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto. A ORSSE é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

A criação do Alborada del Gracioso, se deu em uma fase onde o compositor francês Maurice Ravel, mais conhecido por obras como Boléro e La Valse, juntou-se a um grupo de jovens artistas inovadores, poetas, críticos e músicos conhecidos como “Les Apaches”, o equivalente francês ao que hoje seria “hooligans”, um termo criado por Ricardo Viñes para se referir este “grupo de artistas radicais”. Para homenagear seus colegas, Ravel começou a compor a suíte Miroirs em 1904 e terminou no ano seguinte. A peça número 4 desta suíte, Alborada del Gracioso, foi posteriormente orquestrada pelo próprio Ravel em 1906.

Em relação à obra Amanhecer, de Fabiano Santana, trata-se de mais uma execução de obra inédita produzida pela ORSSE. Ele é um dos principais músicos da Orquestra, e também compositor. “Este ano estamos trazendo muitas obras inéditas e mostrando mais uma vez ao público da nossa orquestra o potencial que ela tem”, afirma o maestro titular, Guilherme Mannis.

Completa o programa a famosa Sinfonia nº9, do “Novo Mundo”, de Antonin Dvorak. A Nona Sinfonia foi composta em 1892 no período em que o compositor estava nos EUA, onde, ao mesmo tempo em que estava encantado com o novo lugar, sentia saudades de sua terra. Tal dicotomia fica evidente quando temas americanos e eslavos dialogam durante a obra.

Sobre o maestro Daniel Nery

Professor de regência, regente titular da Orquestra Sinfônica e do Coro da Universidade Federal de Sergipe, Bacharel em Composição e Regência pela UNESP e Mestre em música pela mesma instituição. Têm na sua formação, os seguintes nomes da regência orquestral e coral: Isaac Karabtchevsky, Roberto Tibiriçá, Johannes Schlaefli (Suíça), Osvaldo Ferreira (Portugal), Fábio Mechetti, Abel Rocha e Samuel Kerr. Já esteve à frente de importantes orquestras como Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Em Atibaia/SP, foi regente do Coral Masculino Cantores de Atibaia e da Banda Sinfônica Primeiro Movimento, além de dirigir a Orquestra Jovem e a Big Band municipais. Foi um dos fundadores, regente e clarinetista da Banda Sinfônica de Bragança Paulista. Premiado no I Concurso Carlos Gomes para Jovens Regentes, Nery é também maestro adjunto da Orquestra Sinfônica de Sergipe, onde promoveu juntamente com Guilherme Mannis, o desenvolvimento de concertos pelo interior do estado do Sergipe e a popularização do acesso à música de concerto. Foi também responsável pela concepção do projeto social Orquestra Jovem de Sergipe, proporcionando ensino musical a centenas de jovens carentes de Aracaju. Nery também é regente do Coro Masculino da Primeira Igreja Batista de Aracaju.

Serviço

Orquestra Sinfônica de Sergipe

Série Cajueiros VII

Teatro Tobias Barreto, 14 de setembro de 2017, quinta-feira, 20h30

Daniel Nery, regente

Fabiano SANTANA

Amanhecer (estreia mundial)

Maurice RAVEL

Alborada Del Gracioso

Antonin DVORAK

Sinfonia n. 9 em mi menor, Novo Mundo

Ingressos disponíveis na bilheteria do Teatro Tobias Barreto

Valores: R$20 (estudantes, melhor idade e professores) e R$40 (inteira).

Realização: Secretaria de Estado da Cultura / Governo de Sergipe

Fonte e foto: Secult

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Última atualização: 12/09/2017 11:54.