Com o objetivo de otimizar a comunicação e garantir a prestação de um serviço de melhor qualidade, a Procuradoria-Geral do Estado de Sergipe, representada pelo procurador Edson Wander e pelo assessor Edson Campos, reuniu-se com o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Sergipe (Sergipeprevidência), na manhã desta quarta-feira, 21 de setembro, e discutiu a unificação do sistema de rotinas dos órgãos.
O Sergipeprevidência já possui uma parceria com a PGE/SE, o que garante ao instituto um contato mais próximo com os procuradores. Contudo, o vínculo não garante o compartilhamento de dados que são imprescindíveis para que não aconteçam falhas durante o processo de tramitação.
A Diretora-chefe da Procuradoria Jurídica do Sergipeprevidência, Fernanda Feitosa Moura, participou da reunião e destacou a importância de estreitar o relacionamento com a PGE/SE, tendo em vista a interdependência entre as partes. “É imprescindível, porque a gente é um órgão que trabalha diretamente ligada a eles. Dependemos da defesa e essa é a única forma de compartilhar tanto os dados dos nossos segurados como uma possível decisão judicial que chega à PGE, e que a gente operacionalize aqui de forma correta, para que o Estado não venha a sofrer nem por deixar de cumprir, pois um possível descumprimento a gente paga multa, nem para o nosso segurado deixar ser considerado um direito que é dele”, registrou.
Por fim, a reunião foi encerrada com a definição da disponibilização do sistema arquivar pelo Sergipeprevidência, que facilitará o acesso ao conteúdo dos processos administrativos de concessão de benefício, com a padronização de alguns procedimentos e rotinas entre os órgãos. “A partir do momento que você centraliza o fluxo de informações entre órgãos distintos, a padronização de rotinas de trabalho é facilitada. Com essa reunião, foi possível identificar os atores nesse processo, já foi definido um fluxo inicial de dados e documentos e, com a disponibilização do acesso ao sistema “Arquivar” a procuradores e servidores do Contencioso Fiscal envolvidos, será possível o acesso direto à informações que antes dependiam de requerimento administrativo”, explicou Edson Wander, procurador-chefe do Contencioso Fiscal.








